Perguntas frequentes
Tudo o que nos perguntam sobre o playR
Respostas curtas, mesmo quando a resposta é «não».
O que é um lançador de jogos universal?
Um programa tudo-em-um que reúne numa só biblioteca os jogos comprados em várias lojas. Em vez de abrir a Steam, depois a Epic, depois a GOG para encontrar um título, abre uma única aplicação que mostra tudo e inicia o jogo na loja certa.
Também se fala de biblioteca de jogos unificada, ou de gestor de biblioteca de jogos quando a ferramenta serve sobretudo para arrumar, filtrar e etiquetar uma grande coleção.
O playR é gratuito?
Sim. Tudo o que este site descreve é gratuito: a aplicação, o servidor em sua casa, as sincronizações, o modo consola. Sem publicidade, sem subscrição e sem conta a criar connosco — as únicas contas que contam são as das suas lojas, que continuam a ser suas.
Mais tarde poderão juntar-se opções pagas, para serviços que custam realmente a manter — por exemplo um servidor alojado por nós, para chegar à biblioteca a partir do exterior. Continuarão facultativas: a versão gratuita não será amputada por causa disso.
Que lojas reúne o playR?
Oito plataformas PC: Steam (biblioteca de família incluída), Epic Games, GOG, Amazon Games, EA, Ubisoft Connect, Battle.net e Riot Games — este último não pede conta nenhuma: os seus jogos aparecem assim que o cliente estiver instalado.
A isso juntam-se três bibliotecas de consola: Xbox, PlayStation Network e Nintendo.
A isso junta-se o cloud gaming: os jogos da sua biblioteca jogáveis no GeForce NOW e no Amazon Luna são detetados e iniciam a partir do playR, sem instalar nada.
O playR mostra os meus jogos Xbox, PlayStation e Nintendo?
Sim, e é uma das coisas que mais nenhum lançador faz de origem. A Xbox (jogos de consola e de PC), a PlayStation Network e a Nintendo ligam-se cada uma por uma janela de início de sessão oficial, e os seus jogos entram na mesma biblioteca das suas lojas PC.
Dois limites a conhecer: a Nintendo só se liga a partir da aplicação de secretária, e não expõe o tempo de jogo. Do lado da Xbox, o playR traz os jogos da sua conta, não o catálogo Game Pass a que a sua subscrição dá direito.
O playR suporta emuladores, ROMs e jogos retro?
Não, e não é um esquecimento: o playR só gere jogos comprados nas lojas oficiais. Nem emuladores, nem ROMs, nem análise de ficheiros locais — essa parte está fora do seu âmbito, e assim ficará.
Se é isso que procura, o LaunchBox e o Playnite fazem-no muito bem.
Veja quem faz o quê no comparativo.
É preciso um servidor? Funciona num NAS?
O playR é composto por um servidor, que aloja a biblioteca, e por um cliente, a aplicação que abre. Num só PC, o instalador Windows coloca ambos de uma vez: não há nada para configurar, e nem precisa de saber que existe um servidor.
Se preferir que corra noutro sítio, o servidor é uma imagem Docker: NAS Synology, CasaOS, Proxmox, Unraid, TrueNAS, Portainer…
A documentação detalha cada caso.
Os meus dados vão para algum lado?
A sua biblioteca fica na sua máquina. Não é copiada para nenhum servidor nosso, e cada aparelho tem de ser autorizado uma vez com um código antes de se poder ligar.
O playR envia estatísticas de utilização anónimas — nunca o seu endereço IP, nem um identificador de conta, nem o conteúdo da sua biblioteca. São anunciadas na instalação, enumeradas nas definições e desligam-se com um interruptor.
É preciso dar as palavras-passe?
Não. O playR passa pelas janelas de início de sessão oficiais das plataformas, ou por tokens de acesso: identifica-se junto delas, e o playR não guarda qualquer palavra-passe.
A Steam segue o mesmo princípio: o seu início de sessão oficial, com validação Steam Guard, é o que dá acesso à biblioteca de família. Existe um segundo método, se preferir, com o seu SteamID e uma chave de API pública — mas não traz a biblioteca de família.
O playR funciona em Linux, Steam Deck ou numa ROG Ally?
Numa ROG Ally ou noutra portátil com Windows, sim: é um PC Windows, o playR instala-se como em qualquer outro, e o modo consola com comando assenta-lhe na perfeição.
Em Linux e no Steam Deck o servidor já corre (é uma imagem Docker), mas a aplicação cliente é hoje só para Windows. Um cliente Linux, assente em Wine e Proton, está em preparação. Até lá, o Heroic Games Launcher é a ferramenta certa — e dizemo-lo sem rodeios.
Ver o comparativo de lançadores.
Dá para jogar com comando, na TV da sala?
Sim: é o Modo TV, um verdadeiro modo consola. Uma interface em ecrã inteiro conduzida inteiramente pelo comando — capas grandes, carrosséis, fichas, ordenação e filtros — sem tocar no rato. Funciona na TV da sala tal como no ecrã do PC.
Acrescenta duas coisas que não encontra noutro lado: um sorteio «O que jogar esta noite?» e uma proteção de ecrã que passa as suas capturas em diaporama após alguns minutos de inatividade.
É o playR que descarrega os jogos?
Não. O playR aciona a instalação e o arranque através da loja oficial que detém o jogo: nada passa por nós, e os seus jogos continuam geridos pelas respetivas lojas. Se tiver o mesmo jogo em várias, o playR deixa-o escolher qual usar.
Quantos PC se podem ligar à mesma biblioteca?
Quantos quiser. Cada aparelho é autorizado uma vez com um código e depois encontra a mesma biblioteca, atualizada, com as suas notas, listas e estados. É isso que distingue o playR dos lançadores de secretária, que guardam a biblioteca na máquina onde estão instalados.
Qual a diferença face ao Playnite, GOG Galaxy ou Heroic?
Três coisas que nenhum deles faz de origem: um servidor seu partilhado por todos os seus PC, um comparador de preços para as suas listas de desejos e alertas de jogos oferecidos. Em contrapartida, o playR não é aberto, não tem extensões da comunidade e não faz retro.
A tabela comparativa põe tudo lado a lado.
Em que idiomas existe o playR?
Nove: francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, português, neerlandês, polaco, russo e japonês. As fichas dos jogos seguem o idioma escolhido.